Filhas de juíza assassinada pelo ex-marido foram socorridas por testemunhas, que temiam que crianças também fossem mortas

Feminicídio, um crime comum no Brasil, é sempre uma tragédia dolorosa para os familiares e amigos da vítima e para toda a nossa sociedade. Mas quando isso acontece com uma família na véspera de Natal, uma época de reunião e ternura entre os entes queridos, e na frente das filhas da vítima, a revolta que se instala é ainda maior e fica difícil compreender como tamanha barbárie pode ser cometida.

Esse foi o triste fim da vida da juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi de 45 anos. Pouco antes de ela chegar de carro com as três filhas em sua casa na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, um casal que saía de um restaurante próximo teria visto o autor do crime, ex-marido de Viviane e pai de suas filhas, Paulo José Arronenzi, agindo de forma suspeita.

Ao descer do carro o casal testemunhou Paulo desferir um “forte golpe no rosto de Viviane”, imediatamente voltaram ao restaurante para pedir ajuda. Um dos proprietários foi ao socorro de Viviane, enquanto uma das testemunhas, uma jornalista, afastou as três filhas, com idades de 7 a 9 anos, que até então presenciavam o assassinato de sua mãe. A jornalista temia pela vida das crianças e as levou para longe do assassino.

De acordo com a perícia Viviane sofreu dezesseis cortes e perfurações a faca, sendo dez deles no rosto e na cabeça. Um ferimento na jugular teria sido o golpe fatal, impedindo qualquer possibilidade de socorro.

Após Viviane cair no chão Paulo ainda continuou a esfaquear seu corpo pelas costas. Com base em escoriações encontradas no corpo de Viviane pela perícia, ela teria ainda sido arrastado pela calçada após o assassinato.

Três facas foram encontradas na mochila do agressor. A arma do crime não foi encontrada. Tudo indica que o crime foi premeditado. Ainda assim, nesta sexta-feira 25 a prisão do agressor foi convertida em preventiva.

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Fonte: Extra

Escrito por Fabiana

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